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Cultural Relations


Canadian artists and cultural products are well recognized in the Brazilian market. Every year, performers, visual artists and other Canadians visit and perform in Brazil, either on a commercial basis or with government assistance. The Canadian government encourages these important people-to-people exchanges for their potential to enrich the Canada-Brazil relationship.
The following cultural services are available through our offices in Brazil:
  • Loan of films/videos
  • Loan of exhibitions
  • Loan of Canadian flags
  • List of Canadian books published in Portuguese
Related sites to explore Canadian culture include:
Canadian Heritage : Explore Canadian culture, heritage, sports and recreation, including links to national programs and services across Canada.
Additional requests for information may be submitted to our offices in Brazil by email, letter, or fax.

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Relações Culturais



O Canadá e o Brasil compartilham relações culturais fortes, que se desenvolveram ao longo dos anos. A cada ano, artistas de palco e de artes visuais, além de outros canadenses, visitam e se apresentam no Brasil, seja com fins comerciais ou com o apoio do governo. O governo canadense incentiva esses importantes intercâmbios pessoa a pessoa, em função de seu potencial para enriquecer a relação Canadá-Brasil.
Veja o que o Governo do Canadá no Brasil pode fazer por você nas áreas de informação, imprensa e cultura:  Informações gerais sobre o Canadá
Também recebemos pedidos de informação por carta, fax ou correio eletônico. 
  • Brasília
  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
Biografias do Embaixador e dos Cônsules Gerais do Canadá no Brasil.
Para informações adicionais sobre biografias de autoridades canadenses, favor acessar as seguintes páginas: Governo do Canadá (Únicamente em inglês e francês), Gabinete do Primeiro Ministro (Únicamente em inglês e francês), Gabinete do Governador-Geral(Únicamente em inglês e francês), Parlamento Canadense e Gabinetes/Ministros(Únicamente em inglês e francês).

Assessoria de imprensa

Organiza entrevistas e prepara notas para a imprensa em geral sobre acontecimentos e notícias do Canadá. O setor também pode fornecer esclarecimentos sobre fatos, declarações e acontecimentos que envolvam o Canadá.

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A arte Canadense


Música

A música, seja ela clássica, rock, jazz ou ópera, sempre teve um lugar de destaque no Canadá e os canadenses fizeram sua marca, superando as barreiras étnicas e culturais.
Bryan Adams, Céline Dion e Leonard Cohen são cantores pop com fãs no mundo inteiro, enquanto Roch Voisine e Daniel Lavoie conquistaram o coração das audiências francófonas do mundo todo.
O festival anual de jazz de Montreal é conhecido internacionalmente e é parada obrigatória no itinerário de todos os fãs de jazz. Grupos como o UZEB conquistaram o seu lugar dentre as melhores bandas de jazz do mundo. Oscar Peterson é um dos grandes jazzistas de todos os tempos e outros, como Lorraine Desmarais, Oliver Jones, Karen Young, Michel Donato e Ed Bickert têm construído sólida reputação.
Os canadenses também apreciam a música clássica. Várias cidades têm suas próprias orquestras sinfônicas. Muitos conjuntos, tais como o I Musici e o Taffelmusik são comumente apresentados nos maiores festivais internacionais como sinônimo de qualidade. Dentre todas as orquestras do Canadá, provavelmente a mais conhecida seja a de Montreal. Sob a batuta de Charles Dutoit, a orquestra já ganhou uma impressionante lista de prêmios e distinções.
O nome Glenn Gould é o mais notável dentre os músicos clássicos: o seu gênio musical e originalidade emprestaram um novo colorido à música clássica. Outros artistas jovens em ascensão com Angela Hewitt, Ofra Harnoy e Louis Lortie são também reconhecidos mundialmente.
Os amantes da ópera estão bem servidos com a Associação de Ópera de Vancouverm, dentre outras conhecidas por sua originalidade e pela qualidade de suas perfomances. Maureen Forrester, Jon Vickers e Louis e Gino Quilico estão entre os mais talentosos cantores líricos.

Dança

Quando o assunto da dança moderna é abordado no Canadá , La La La Human Steps e Desrosiers Dance Theatre são os nomes que imediatamente vêm à mente dos aficionados pela dança. Todos estão na linha de experimentação no terreno da dança. Três grandes companhias de balé se apresentam regularmente no circuito internacional - a Royal Winnipeg Ballet, a Grands Ballets Canadiens e National Ballet of Canada - recebendo louvores por todos os lugares onde se apresentam.
A cada ano, um número maior de coreógrafos independentes e dançarinos montam suas performances no Canadá e no exterior. Dentro deste grupo de mais de 150, Margie Gillis, Marie Chouinard, Ginette Laurin, Peggy Baker e Jean-Pierre Perrault continuam a personificar uma abordagem canadense única à dança.

Literatura

A literatura do Canadá é o espelho do dualismo lingüístico do país. As literaturas anglo-canadense e franco-canadense são subdivididas em vozes regionais, que refletem os interesses de suas próprias comunidades. Embora de curta tradição, a "Canlit" (literatura canadense) é cada vez mais lida, traduzida e aclamada no mundo inteiro.
Os novelistas, ensaístas e poetas canadenses, como Robertson Davies, Margaret Atwood, Gabrielle Roy, Jacques Ferron, Alice Munro, Anne Hébert, Jacques Godbout, Northrop Frye, Hubert Aquin, Gaston Miron, Michael Ondaatje e Mordecai Richler refletiram os pensamentos e sentimentos mais profundos dos canadenses.

Teatro

O teatro canadense é um excelente reflexo da diversidade cultural do país. O teatro de Quebec, por exemplo, tem se tornado cada vez mais conhecido tanto dentro como fora do país nos últimos anos, graças, principalmente, às peças de Michel Tremblay, que têm sido traduzidas para mais de 20 idiomas.
O teatro canadense é conhecido por seu espírito inovador e busca de novas formas. Companhias como a Carbono 14, Repère e One Yellow Rabbit viajam pelo mundo e são elogiadas onde quer que estejam. Outras, como Green Thumb, Les Deux Mondes e Mermaid têm canalizado suas energias na criação do teatro infantil com o refinamento e a qualidade do teatro adulto.
O Cirque du Soleil tem revolucionado o divertimento sob a sua grande lona amarela e azul desde 1984. Milhões de pessoas têm se maravilhado com as suas espetaculares produções, que combinam teatro, acrobacias e música.
A reputação desfrutada por essas companhias, tanto dentro quanto fora do país, confirma o seu profissionalismo e sua originalidade.

Cinema

Embora relativamente novo, o cinema canadense tem criado alguns trabalhos extremamente importantes nos últimos anos, cuja qualidade, universalidade e relevância têm atraído a atenção dos críticos.
Nomes como David Cronenburg, de Naked Lunch; Denys Arcand, de The Decline of the American Empire e Jesus of Montreal; Léa Pool, de Anne Trister e Jean-Claude Lauzon, de Léolo e Night Zoo têm sido internacionalmente aplaudidos.
O Conselho Nacional de Cinema e, em particular, Norman McLaren, fizeram do Canadá uma força a ser considerada dentro do mundo da animação. O filme ganhador do Oscar de 1987, The Man Who Planted Trees, de Frederick Back, é uma brilhante continuação dessa tradição. A animação computadorizada é hoje o foco imaginativo dos artistas canadenses desta área.

Artes visuais

Das paisagens de Cornelius Krieghoff e os retratos de Théophile Hamel, que marcaram o começo da tradição artística do Canadá, até as obras multidisciplinares de Michael Snow, as artes visuais do Canadá têm atestado as inúmeras metamorfoses sofridas pela sociedade canadense.
"Faça com que haja lugar para a mágica, para a esperança, para a imaginação", proclamou o pintor franco-canadense Paul-Émile Borduas, em 1948, ao introduzir o seu Refus global. Este manifesto, assinado por 14 artistas, exigia o abandono do academicismo e o advento de uma nova ordem social. Borduas e seu grupo, Os Autonomistas, defendiam a não-objetividade na arte. As pinturas de Jean-Paul Lemieux e Alfred Pellan, não obstante, apresentam algumas alusões figurativas, especialmente quando representam a natureza.
Durante a década de 60, uma outra inclinação à abstração geométrica foi introduzida pelos artistas canadenses Guido Molinari, Yves Gaucher e Claude Tousignant. Em Toronto, Jock MacDonald, Jack Bush, William Ronald e outros oito pintores canadenses fundaram o Painters Eleven. No começo do século, o Group of Seven havia adotado a natureza como seu tema primeiro, esforçando-se em expressar na tela a vastidão e a majestade das paisagens canadenses.
Mais recentemente, artistas como Paterson Ewen, "General Idea" e Jeff Wall chamaram a atenção do mundo para a arte do Canadá. Estes artistas se utilizam de várias técnicas modernas, como a eletrônica e o vídeo, para completar a sua mensagem. Hoje, novos caminhos estão sendo marcados pelos artistas canadenses, como Geneviève Cadieux, Melvin Charney, Stan Douglas e Jana Sterbak, que defendem uma nova linguagem em sua arte.

Conclusão

A expressão artística, em todas as suas facetas, há muito tempo tem representado um papel importante na vida cultural do Canadá. As atividades culturais são extensivamente apoiadas pelos vários níveis do governo e iniciativa privada.
A originalidade da arte canadense provêm das mais variadas fontes: sua diversidade étnica e cultural; a história do Canadá, feita por homens e mulheres de todas as partes do mundo que se uniram com o objetivo de construir uma sociedade baseada na liberdade e respeito pelos valores individuais.

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Margaret Atwood


Ficheiro:Margaret Atwood Eden Mills Writers Festival 2006.jpg

Margaret Eleanor "Peggy" Atwood (Ottawa, 18 de novembro de 1939) é uma escritora canadense (ou canadiana): romancista, poetisa, ensaísta e contista, foi galardoada com inúmeros prêmios literários internacionais importantes. Recebeu a Ordem do Canadá, a mais alta distinção em seu país.
Margaret Atwood nasceu em Ottawa no Canadá em 1939.
Graduou-se no Victoria College, na Universidade de Toronto em 1961; tornou-se mestra pela Radcliffe College em 1962; estudou ainda em Harvard em 1962-63 e 1965-67.
Lecionou língua e literatura inglesas em várias universidades no Canadá e nos Estados Unidos entre 1964 e 1989.
Vive atualmente em Toronto com seu marido, o romancista Graeme Gibson.

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Eu nunca entendi porque as pessoas consideram a juventude como um tempo de liberdade e prazer. Provavelmente porque elas esqueceram as suas próprias.
(Margaret Atwood)

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Leonard Cohen


Embora seja mais conhecido por suas canções, que alcançaram notoriedade tanto em sua voz quanto na de outros intérpretes, Cohen passou a se dedicar à música apenas depois dos 30 anos, já consagrado como autor de romances e livros de poesia.

Ficheiro:Leonard Cohen 2187.jpg



Leonard Cohen nasceu em Montreal, província de Quebec, Canadá, de uma família judia de origem polonesa (polaca). A sua infância foi marcada pela morte de seu pai quando Cohen tinha apenas 9 anos, fato que seria determinante para o desenvolvimento de uma depressão que o acompanharia durante boa parte da vida.
Aos 17 anos, ingressa na Universidade McGill e forma um trio de música country. Paralelamente, passa a escrever seus primeiros poemas, inspirado por autores como García Lorca.

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There is a crack in everything, that’s how the light gets in.
(Leonard Cohen)

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